Terça-feira, 19 de Junho de 2018

Anything Else, Sir?

"PAN quer proibir bolos, refrigerantes e e snacks em escolas públicas"

(http://www.jornaleconomico.sapo.pt/noticias/pan-quer-proibe-bolos-refrigerantes-e-snacks-nas-escolas-publicas-322439)

 

Então e umas torradinhas com um chazinho? E as pantufinhas, claro. De certeza que não querem mais nada? Estejam à vontade, não queremos que vos falte nada.

Com pais que não querem saber; professores deprimidos; com tráficos de droga e máfia dentro das escolas; greves por direitos que colocam o fim de ano em causa; gadgets a comandar a vida dos estudantes sem que já nos cause qualquer surpresa, eis que o PAN resolve... fazer-nos cócegas.


Leão Perplexo às 22:27
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Segunda-feira, 11 de Junho de 2018

A Selecção na Rússia

A Selecção já chegou à cidade que a vai acolher.

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Leão Perplexo às 10:29
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Quinta-feira, 7 de Junho de 2018

Peixarias Vilela

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Leão Perplexo às 22:07
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Segunda-feira, 4 de Junho de 2018

Gli Punti Luminosi

Depois de um Domingo encostado às cordas, como já não sabia vai para década e meia, o milagre que pedi debaixo de aves matinais, aconteceu. Como sempre, visto que as comportas divinas têm essa propriedade, não foi nada do que esperava. Por isso, este dia não o quero esquecer, jamais. 

 

Não sei se volto ao vómito dentro de um mês. Se nesse tempo me aguentar, isso quererá dizer que Deus providencia trinta vezes mais do que promete. Basta a cada dia o seu mal.

 

(Com um sentido abraço a Vandinha, Juanita, Juancito, Clarita e Luzinha.)


Leão Perplexo às 23:14
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Sábado, 2 de Junho de 2018

Euro'96 - Geração de Ouro

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A "Geração de Ouro". Ainda se lembram dos nomes de todos?


Leão Perplexo às 23:15
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Quarta-feira, 30 de Maio de 2018

Pets 28 - Heróis do Mar

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Enquanto a Mia e a Nina olham para qualquer coisa no chão com interesse, a Faneca "ergue os seus olhos aos céus". Caraças! Parece a capa dum álbum dos Heróis do Mar! Só falta uma bandeira com a "Cruz de Cristo" e a falésia, com vento o passar no pêlo!


Leão Perplexo às 09:25
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Segunda-feira, 28 de Maio de 2018

Argumento Guarda-Chuva

"Costa defende legalização da eutanásia como forma de alargar a liberdade."

(https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/pscongresso-costa-defende-legalizacao-da-eutanasia-como-forma-de-alargar-a-liberdade)

 

Liberdade é um conceito bonito. E atraente. Nunca conheci alguém que dissesse "não gosto de liberdade". Toda a gente gosta de liberdade.

Porém, no caso, trata-se de um mesquinho "argumento guarda-chuva" de político em congresso. Serve para todas as ocasiões. E por isso, nas bocas erradas, torna-se um perigo. Afinal, liberdade de quem? E à custa de quê? É um pau de dois bicos. Será que chegaremos um dia ao ponto de termos de legislar o braço armado da Segurança Social?

 

Embora não faça apologia, consigo compreender o suicída e o suicídio. Isso sim, frutos radicais (talvez demasiado radicais) de liberdade do indivíduo. A eutanásia não. Esta é a forma mais egoísta de imporem à minha consciência uma "liberdade". Alguém quer morrer e envolve a consciência de terceiros para tratar do assunto? Ou será que, no futuro, havemos de discutir se é do interesse de terceiros sem consciência que se trate de que alguém indesejado morra?

Como diría um amigo, "a minha liberdade acaba na ponta do meu nariz." Se decidir morrer, junto com a minha consciência, deverei sempre ser eu a tratar disso.


Leão Perplexo às 11:28
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Sexta-feira, 25 de Maio de 2018

Subúrbia

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Leão Perplexo às 23:16
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Quarta-feira, 23 de Maio de 2018

Formula E

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Leão Perplexo às 20:30
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Segunda-feira, 21 de Maio de 2018

Chulos! Joguem à Bola!

Antes de mais, parabéns ao Desportivo das Aves. Que dia histórico naquela vila! Que momento para recordar em anos vindouros. Caros amigos sportinguístas como eu, será que não são capazes de perceber essa festa única e parabenizar o nosso respeitável adversário de hoje que não teve, como se esperava, qualquer elemento entre os detidos da PSP?

 

"Chulos"? "Joguem à bola!"? A sério, é isso que lhes estão a chamar? Depois do terramoto que foi a semana passada, não aprenderam nada. Ainda bem que não os deixaram ir com paus para dentro do estádio...

 

Proponho um exercício de ficção. Apenas suponha.

 

 

Você é estrangeiro. Você nasceu e cresceu numa família unida, com princípios. Desde miúdo que se vê que tem um jeito especial para o futebol, a sua paixão desde que nasceu. À sua volta todos o animam e a sua confiança cresce consigo, sabendo que um dia será, sem sombras de dúvidas e conforme o sonho de qualquer rapaz, um jogador de futebol.

E isso acontece, de facto. Desde menino, categoria após categoria, você vai tendo a confiança de treinadores e colegas. Não há quem não goste de si e é respeitado. Já não é o melhor da rua, mas o melhor do clube da terra e dois anos mais tarde campeão e chamado com frequência à selecção do seu país. Você é disciplinado, honesto, e tem uma casa comprada a pronto. Casa, e quando a sua mulher engravida do seu primeiro filho, o seu agente diz-lhe que há um clube em Portugal disposto a contratá-lo por vários milhões de euros. Um dos "Três Grandes", dizem-lhe. No auge da sua curva de aprendizagem, você pondera com os seus pais, mulher e irmãos qual o melhor rumo a tomar. Mal ouviu falar desse tal de "Sporting", mas sabe que tem história, uma equipa interessante e que lá são ambiciosos e deixarão a pele em campo para ganhar títulos. Aceita o desafio, sabendo que o dinheiro que há de ganhar lhe será propício e à sua família. Assina, num dia de Sol, prometedor e cheio de sorrisos, perto de uma foto com Figo e Cristiano Ronaldo à sporting, sonhando acordado com aquele patamar, enquanto vê os disparos de flashes fotográficos e as câmeras de filmar das televisões portuguesas alentarem a sua esperança.

 

Não demora muito tempo até perceber que afinal o boato era mesmo verdade e entende que o presidente do clube é mesmo um maluco incendiário. Com notícias em contramão, você começa a ter dúvidas se não poderia ter uma vida mais tranquila perto da família a ver os seus filhos crescer. Apesar de ser sempre titular, a época, ou melhor, as épocas sem títulos tornam-se um pesadelo e o clima agitado de corrupção insuflado e ampliado por media sem travões em Portugal fazem-no pensar no seu regresso a casa. Você está farto, cansado e arrependido. Só quer voltar. Mas é um profissional, tem um contrato e, mesmo não sentindo o emblema, os seus princípios dizem-lhe interiormente que contratos são para cumprir. As saudades terão de esperar.

 

Mas os casos sucedem-se. Primeiro com um colega, depois com outros companheiros e finalmente consigo. Junto com os seus amigos, você é publicamente enxovalhado por presidente e adeptos perigosos sempre que a equipa não ganha. As multidões apertam-no e gritam-lhe na cara. Você sente o medo por si e pela sua família, ao mesmo tempo que está proibído de perder. Chora às escondidas para os proteger. Os seus amigos lá longe telefonam-lhe. Os seus pais andam preocupados e pedem-lhe que volte nem que seja por empréstimo. Para casa ou para outro sítio qualquer. Tudo menos esse clube de malucos. Em casa, a sua mulher chora, sente a falta da família e implora-lhe que voltem. Você sabe que é impossível.

 

O Campeonato e a Liga Europa já foram. Só faltam dois jogos e tudo ainda pode acontecer. Liga dos Campeões em aberto e a final da Taça de Portugal. Se ganharmos no Marítimo e ao Aves, será a melhor época desde 2002, visto termos ganho a Taça da Liga.

Mas a coisa corre mal. Uma derrota na última jornada deita fora a hipótese dos milhões da Champions. Assim como os seus colegas, você é sempre o culpado e a claque mais violenta do clube aparece de surpresa na Academia para vos pôr na linha. O presidente acha normal 50 encapuzados com paus e cintos, baterem em jogadores e treinadores, e ainda por cima a cinco dias do jogo mais importante da época. "É Chato".

 

Ao fim do dia, em que a televisão e internet se juntam para o aterrorizar a si, os seus colegas e respectivas famílias, as cenas de violência estão para trás, mas os seus filhos estão inquietos por terem falado com os avós ao telefone e terem visto a mãe a chorar o dia todo. Ninguém lá em casa consegue dormir de jeito. A última semana da época no clube tornou-se num inferno que dinheiro nenhum pode pagar. A sua mente está feita num oito, tal como a dos seus companheiros e terá ainda de fazer um jogo tão importante?...

 

---

Bem. Já vi muitos jogos no estádio. No passado, que agora não me apanham lá nem que a vaca tussa. Vi lá muita coisa. Mas em todo esse tempo houve uma coisa que nunca vi: uma equipa assobiada jogar melhor. Por isso a minha única pergunta é: depois da última semana, afinal, de que é que estavam à espera?


Leão Perplexo às 01:53
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Sábado, 19 de Maio de 2018

Descubra as Diferenças

Há quase 3000 anos, já dizia Salomão, o rei sábio, que não há nada de novo debaixo do Sol.

É tudo reciclagem, digo eu.

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Leão Perplexo às 11:26
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Quarta-feira, 16 de Maio de 2018

Parabéns Bruno

Parabéns Bruno.

Lembro-me de muitos presidentes do Sporting. Más gestões, más visões, más administrações e jejuns a perder de vista. O que não me lembro é de algum que conseguisse o que conseguiu, e que é todos os outros clubes odiarem o seu. Agora, o "seu" Sporting (este clube só voltará a ser o "meu" quando vossaxelência for de lá corrido, visto que pelo próprio pé não sairá) atingiu, sem sombras de dúvidas, a dimensão do clube vizinho que tanto odeia: A partir da sua presidência, pode gabar-se disso, embora seja apenas representante de uma esmagadora minoria, o Sporting é um clube de arruaceiros e de gente perigosa. Uma súcia. Igual aos "outros" e à sua imagem. Para sua sorte, João Rocha apenas emigraria de vergonha, porque se fosse Stromp, provavelmente ía-lhe às trombas e rapava-o do cadeirão ao pontapé no cú.

 

Como todo o sportinguista que se preze, vibrei a 140 por minuto com a última vitória, épica, do Sporting com Marco Silva no leme, na final da Taça. Agora, em desmame desse vício e apenas três anos depois, espero bem que seja o Aves a ganhar, já que não há memória de que os seus adeptos tenham batido em jogadores, técnicos, seguranças, transeuntes e todos os que não tenham carimbado o seu emblema num pau com pregos. Mesmo que joguem de autocarro, que joguem mal, que os jogadores tenham salários curtos e que percam, tenho a certeza que os seus adeptos passarão a tarde alegremente, a comer bifanas e a emborcar jolas, satisfeitos pela raridade do privilégio de ali estarem, em vez de estarem a contar bandeiras ou exércitos. Enfim, estarão a fazer aquilo que eu gostava que o "meu" clube fizesse: que tornasse aquela tarde numa festa do futebol. Infelizmente, não quererei ver o jogo e se o Sporting ganhar, não terei vontade de festejar.

 

Quando a UEFA suspender o Sporting de todas as competições, a culpa terá sido do árbitro contra si. Quando perder centenas de milhões de euros em activos em debanda por justíssima causa, foi da relva e da humidade contra si. Quando o clube falir, começado o processo na ética e moralidade, foram os oliveirinhas e o Conselho congeminados numa cabala contra si. Erros seus? Nunca, credo! Parabéns, Bruno.


Leão Perplexo às 11:32
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Segunda-feira, 14 de Maio de 2018

"301"

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Leão Perplexo às 15:12
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Sexta-feira, 11 de Maio de 2018

Evil Thing

Já muito se tem falado neste blog sobre a influência negativa da maldosa Disney sobre as nossas crianças, do seu comportamento social desviante e não só. Mas agora não me fico por meras ideias ou teorias. Está provado. Estamos mesmo cercados...

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Leão Perplexo às 11:04
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Domingo, 6 de Maio de 2018

Equívoco na Bola

"Evangelísta: Jogadores como Figo e Rui Costa tiveram de formar-se à pressa." (Sapo Videos)

Tendo em conta que ambos entram de caras no top 10 da história do futebol em Portugal, não faltando títulos, carreiras, reconhecimentos mundiais e contratos milionários, venham mais formações à pressa, não?


Leão Perplexo às 23:24
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Domingo, 29 de Abril de 2018

Marquesa de Alorna

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Há histórias da gastronomia caseira que começam bem desde o momento em que puxamos a rolha. Ainda bem que tenho bons copos-de-pé.

 


Leão Perplexo às 16:47
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Quarta-feira, 25 de Abril de 2018

Caracóis Criativos que os Pariu!

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Leão Perplexo às 12:00
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Domingo, 22 de Abril de 2018

Pets 27 - 27 Fôlegos

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Este tem a mania que é o Super-Homem... Aaa... Gatomem.


Leão Perplexo às 21:50
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Quinta-feira, 19 de Abril de 2018

Nas Fronteiras da Indústria do Desemprego

Anos atrás, nunca esquecerei, a Vandinha desempregada e a história da convocação de entrevista de centenas para um lugar a trinta quilómetros de distância, e afinal quem pagasse vinte euros à cabeça, obteria preferência enquanto candidato. Em dias ou horas, imagino que estes empregadores benevolentes devem ter rapado umas boas centenas ou milhares de euros, à conta de pessoas entretanto já de corda esticada à garganta e, quem sabe, sem terem ao menos qualquer posto de trabalho a oferecer. Debulhado aquele campo era só mudar de esquina, de entrevistados e entrevistadores, talvez à custa de desempregados "à experiência", "em estágio", perpetuando o esquema, pilhando os recursos alheios como gafanhotos em terra afadigada. Raios os partam, sangue-sugas do sustento arduamente amealhado...

E há tantas coisas destas. Não me aguento de conter a fúria. Claramente não sou daqui. As lágrimas que ainda hei-de chorar dizem-me que não.

 

---

No final de Outubro, ardia ainda Portugal, mudava eu de ares laborais. A escolha foi minha, logo, minha a responsabilidade também. Então, antes de ser dispensado, trabalhei no novo emprego por três semanas. Três dolorosas semanas de dormir mal, comer mal e defecar pior. Não nos aguentámos. Não me aguentei com o stress, o novo e incontornável player do tema "Trabalho". Fui despedido, logo após largar os calções, ainda no começo das baixas de temperatura de Outono.

Pedi o subsídio, que obtive, e fiz-me de novo à labiríntica ciber-estrada da procura de emprego. Como para qualquer pessoa às portas dos cinquenta e com o décimo segundo ano de escolaridade*, as minhas passas do Algarve (re)começaram. Primeiro, havia a hipótese de voltar para trás, ao emprego anterior. Com um contrato pior, mas ao menos regressando à familiaridade das origens, de onde tinha saído. Mas nem isso. Por muitas complicadas razões, não se concretizaria.

 

Com ânimo à partida, motivado, apesar das vicissitudes, fui visitando o GIP, enviando currículos. Para perto de casa, primeiro; alargando um pouco o anel, depois, devagar. "Na minha área", principalmente, mas escolhendo menos, na sequência. Tive duas respostas. Amavelmente, ambas diziam que não precisavam de mim.

Para compôr a despensa, um trabalhinho pequeno aqui, outro freelancezinho ali. Durante o processo, sempre a Internet. Portefolio online constantemente em actualização. A encravar mais que a ajudar, linkedines e outras parafernálias de fazer dinheiro à conta do desempregado, como sejam olheiros de empresas de "trabalho temporário". A pouco e pouco, sem surpresas, o desânimo instala-se. Salvo raras excepções, o sistema de procura está feito para que o desempregado seja empurrado para a dificuldade e o lucro de outrém. Dos predadores e agentes de predadores. Isso e só isso. Não apenas um sistema, mas também, e especialmente, uma Indústria. A Indústria do Emprego.

Já não dá mais para suportar listas intermináveis de requisitos do outro mundo, como por exemplo, mestrados em cascata, conhecimento do mercado chinês, fluência em árabe, UX, UI, Linux, flauta transversal, mais pino e espargata, mortais encarpados, tudo no mesmo anúncio, e ler no fim, como salário, "estágio" e entry level.

 

A seca de começo de Inverno ficou para trás e as barragens voltaram a encher-se de vida. Os campos estão cheios de flores e andorinhas, eu de novo em calções e cá vamos, de desânimo em desânimo, vivendo e confiando na providência divina, que a humana serve, afinal, de pouco.

 

O Trabalho deixou de ser um saudável tempo de troca de produção por sustento. Pelas mudanças de valores, longe de ideologias e moralidades, resta hoje um espelho de um modo de estar que nos oprime até à anemia, em nome de ganância, consumo e, principalmente, poder. Passou a ser impossível um trabalho que não traga com ele stress, carência, má chefia ou precariedade. Pior: deixou de haver trabalho onde nos possamos sentir parte dele.

 

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Bem, para me ajudar na minha demanda, uma amiga bem intencionada, e a quem agradeço, enviou-me o link do anúncio abaixo e que é o paradigma das nossas existências, exigências e correspondente estilo de vida.

As coisas não são como parecem. Ao fim de muita experiência de procura de emprego de bêcos sem saída, de enxurradas de publicidade de má índole no email (é para isso que existem redes de trabalho online; o benefício subjacente é colateral ou residual) aprendemos a decifrar anúncios e a interpretar linhas que já conhecemos de cór. Todo o texto a azul é a minha tradução do que julgo conhecer tristemente bem, à conta de milhares de filões intermináveis de ilusões sem consequência.

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Porque haveria eu de escolher ser designer gráfico? Arrumadinho como sou, Portugal perdeu foi um valioso varredor de ruas.

Com desânimo, mas sem desespêro. Amanhã será um novo dia. Deus nos ajude.

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(* Isto passou a ser uma expressão, um conceito, mais que uma graduação.)

 


Leão Perplexo às 15:22
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Domingo, 15 de Abril de 2018

Racing Weekend Estoril 2018

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Leão Perplexo às 20:11
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