Sexta-feira, 19 de Janeiro de 2018

Bruno Carvalho e o Cinema

Bruno Carvalho ficará para história como o presidente que rebentou com o meu clube, independentemente do "sucesso"* que venha ter. Se ele fosse personagem de cinema seria assim:

Em Cars 1, perto do fim, quando Faísca McQueen está prestes a cortar a meta e a tornar-se o primeiro rookie a ser campeão, trava, in extremis, para ajudar "The King", acabado de se despistar com gravidade, devido à má conduta de um concorrente sem escrúpulos. Por isso, perde o campeonato em detrimento de algo que, para McQueen, acabou por revelar-se inegociável: fair-play ou, simplesmente, amizade. Se Bruno estivesse no filme, ou estaria na bancada a rir e a chamar Faísca de "otário", ou então seria o malvado Chick Hicks.

Em Casablanca, se fosse Bogart, entregaria Victor Lazlo de bandeja aos nazis para ficar com Ingrid. Se tivesse um papel em Star Wars seria Jabba, the Hutt, comandando um antro de mal-feitores, vendendo influências. Seria Loki of Asgaard em Thor, sempre pronto para uma facada à traição, ou o próprio "vento" se entrasse em E tudo o Vento Levou.

Enfim, Bruno Carvalho é o oposto de desporto. Bom mesmo, era que desaparecesse do meu clube. Não faz lá falta nenhuma.

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(* "Sucesso", no futebol é "ganhar", ser "campeão". Mas não quer dizer que isso seja o mais importante. Há valores mais altos que esses.)

 


Leão Perplexo às 16:25
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