Terça-feira, 24 de Outubro de 2017

Carlos Matos e a Inteligência Natural

Este post tem no título um nome de pessoa e, desta vez, é bom que assim seja. A fazer fé no artigo do ptjornal (http://ptjornal.com/video-piloto-portugues-abdica-da-vitoria-no-rali-salvar-um-cao-201053), alguém não fez o que devia, ou seja, conduzir intransigentemente depressa para chegar ao destino antes dos outros. Como resultado, hoje há um "melhor amigo do homem" que ainda anda por cá. Os patrocinadores é que podem não ter ficado satisfeitos. Digo eu. E ainda bem. Mas não será bem assim...

 

Num tempo em que a Inteligência Artificial ganha terreno - mesmo que, inexplicavelmente, sem legislação à vista - o que este piloto fez é digno de registo, assim como de admiração. Enquanto robots nano-informatizados tentam aprender que, em caso de absoluta emergência, devem atropelar o idoso em vez do carrinho-de-bebé (ainda que o bebé venha a tornar-se um Hitler), eis que uma mente humana, imperfeita e falível, escolhe o melhor que podia escolher. Sem hesitações, recorrendo ao melhor sprint neuronal.

 

Antes desta notícia eu desconhecia o nome deste ilustre evento, assim como tão pouco sabia o do referido herói. Ganhou-se o melhor de tudo porque há vitórias que têm um sabor que transcende o da fugaz glória de vencer. Para o bem de todos. O feliz canídeo que o diga.


Leão Perplexo às 10:39
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